Mulher atacada por travesti com HIV comemora resultado negativo, destaca Band News

A enfermeira Vilma Lobo, de 47 anos, comemorou o resultado negativo do exame de HIV. Ela foi atacada , no dia 21 de junho, por uma travesti soropositiva no Hospital Regional de Ceilândia, no Distrito Federal.

Enquanto não recebia o resultado, Vilma tomava cinco comprimidos e uma injeção a cada 12 horas.

A travesti Maira (Osmair Miliano) foi presa em flagrante e vai responder por duas tentativas de homicídio qualificado. A pena varia 12 a 30 anos de prisão.

Entenda o caso:

No dia 21 de junho, nervosa com o suposto atraso de cinco horas no atendimento de uma amiga, a travesti, de 28 anos, entrou em desespero e invadiu uma sala onde a equipe de enfermagem guardava as seringas.

De acordo com os funcionários, ela tirou o próprio sangue e saiu correndo pelo corredor ameaçando pacientes e funcionários. Quando a supervisora de enfermagem tentou controlar a situação, teve a mão perfurada. A técnica que tentou ajudar foi mordida no braço.

Segundo nota oficial da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, “a acompanhante (exaltada e agressiva) invadiu a sala de medicação, pegou uma seringa de 10 ml, aspirou seu próprio sangue e gritava que era ‘soropositivo’ e iria injetar o sangue ‘na primeira pessoa de branco que encontrasse pela frente’”.

Ainda segundo a nota, foi solicitada a presença da supervisora de enfermagem que se encontrava no Box de Emergência do hospital. “Ao se dirigir ao consultório médico foi agredida pela acompanhante, que a perfurou quatro vezes na região dorsal da mão esquerda, sendo injetado sangue na mesma. Naquele momento, uma técnica de enfermagem tentou imobilizar a agressora e foi mordida no antebraço esquerdo e levou vários golpes com a seringa na perna direita”.

A Secretaria de Saúde nega que a amiga do travesti tenha esperado cinco horas por atendimento. Segundo a nota, “a chefia de Equipe solicitou atendimento à paciente C.L., a qual foi prontamente atendida e medicada, conforme anotações na Guia de Atendimento de Emergência (GAE). O intervalo entre a admissão da paciente e a medicação foi de vinte minutos”.

Fonte: Band News

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